Programação de Apresentações de Trabalhos — I Simpósio Diversidade e Comunicação (DiverCom)
As apresentações de trabalhos do I Simpósio Diversidade e Comunicação — DiverCom serão realizadas nos dias 08 e 09 de outubro de 2026, das 14h às 16h30, organizadas em sessões temáticas. Confira abaixo os trabalhos e autores de cada sessão.
08 de outubro de 2026 — das 14h às 16h30
Sessão 1 — Gênero, sexualidades e dissidências
Coordenação: Raabe Cesar Moreira Bastos (UFMG)
Amiga, MILF, orgia, trans, parentescos e práticas: a categoria lésbica da plataforma PornHub em análise — Raabe Cesar Moreira Bastos.
Agência gay brasileira: repudiando tragédias da agressão, homofobia e violências anti-LGBT+ — Demétrius Faria dos Santos.
Consumo Cultural e Representações Lésbicas: uma análise de Carol Biazin — Vitória Salles Mello e Marcelo de Barros Tavares.
Desejo, segredo e condenação: a homocultura sob a repressão vitoriana e a transgressão n’O Retrato de Dorian Gray — Ulysses Emanuel Silva de Rezende e Amanda Naves Berchez.
Educomunicação e diversidade: possibilidades e resistências na abordagem de gênero e sexualidade no ambiente escolar — Davi Lopes Mota.
Gênero e Sexualidade no Ensino de Língua Inglesa: Uma proposta de Sequência Didática sob a ótica do Letramento Crítico — Nathalya Tereza Silva do Nascimento e Aline Barreto Costa Braga.
“Quem cuida de quem cuida?” Mulheres migrantes, reprodução social e cadeias transnacionais do cuidado — Marcela Magalhaes de Paula.
“You look like a real man”: Representação trans masculina em Tell me why — Rafael Machado Saldanha, Leiliane Germano de Souza e Jhonatan Alves Pereira da Mata.
Sessão 2 — Representações e gênero na comunicação
Coordenação: Cristiano Anunciação (Centro Universitário IESB)
A representação de mulheres sob o regime do Talibã a partir do olhar ocidental — Victor Hugo Faria Crescenzio, Giovanna Guimarães Holanda, Ítalo Andrade Maia, Tárik Henrique Daoud de Miranda e Elen Cristina Geraldes.
Entre a subalternidade e o protagonismo: interseccionalidades e representação de mulheres negras na telenovela brasileira contemporânea — Bárbara Luíza de Jesus Gonçalves.
Garras e focinhos: figurinhas da subcultura Furry contra o “cistema” — Paulo Pessôa de Andrade Neto e Paola Champi.
Mulheres Bissexuais e Lésbicas no Campo da Comunicação: autodeclarações e debates de si — Carolina Cadinelli, Cláudia Lahni e Daniela Auad.
“Mulher não é uma coisa só”: representações, pluralidade e interseccionalidade nas narrativas de jovens feministas — Maria Luisa de Sá Peregrino Arrais, Aline Maria Gomes dos Santos, Daniela Tavares Gontijo e Mariana Maria Teixeira da Silva.
Narrativas de si: autorrepresentação de mulheres indígenas LGBTQIA+ da Amazônia brasileira no Instagram — Jaqueline Lemos.
Representatividade LGBTQIA+ na publicidade: uma análise do posicionamento de marca na comunicação da Doritos — Camilly Victória Guimarães dos Santos
Diversidade na comunicação: a importância de diferentes vozes na construção de uma comunicação mais inclusiva — Paula Torres Meinberg
Sessão 3 — Diversidade, trabalho e cultura organizacional
Coordenação: Fernanda Rufino da Silva (Uerj)
A comunicação da diversidade racial e a liderança das empresas: revisão de literatura ilustrada pelo caso Natura — Lorena Carvalho Rodrigues.
Comunicação intercultural no ambiente corporativo: formas de tratamento e polidez entre brasileiros e falantes de russo — Alina Kaledina.
Diversidade corporativa em tempos de conservadorismo: o recuo também chegou no Brasil? — Fernanda Rufino da Silva.
Diversidade Profissional e Valores Pessoais nas Práticas Integrativas: Um Estudo entre Terapeutas e Profissionais de Saúde Reikianos — Ivan José Ferreira Silva e Luiz Henrique de Barros Vilas Boas.
Diversidade, organizações e equidade de gênero e raça: aprendizados latino-americanos a partir do caso brasileiro — Eliane Soares Schneider Raslan, Ana Paula Salej e Júpiter Soares Schneider Raslan.
Diversidade, tempo institucional e desigualdades de gênero no trabalho: uma leitura comparativa entre Brasil, Canadá e União Europeia — Eliane Soares Schneider Raslan, Ana Paula Salej e Júpiter Soares Schneider Raslan.
Meritocracia e Desigualdade Racial nas Organizações: a Invisibilização das Barreiras Enfrentadas por Trabalhadores Negros — Yasmim Ribeiro da Silva.
O pioneirismo do Magazine Luiza e o papel da comunicação no fomento de ações afirmativas e lideranças negras no Brasil — Pedro Augusto Santos da Silva.
Sessão 4 — Comunicação institucional, inclusão e pertencimento
Coordenação: Lucas Alves Caetano (UFG)
A construção da personagem Theodora nas adaptações de The Haunting of Hill House — Giovana Vernilo Mendes.
Assistência Estudantil: uma análise documental do PDI UFBA 2025-2034 — Naiara Ramos Souza.
Comunicação institucional, diversidade e pertencimento: uma análise no Instituto Federal do Paraná — Tainá Emilly de Araújo.
Conexões: Explorando as Práticas de Diversidade e Inclusão nas Organizações — Yasmim Prado Nicácio Rabelo.
Cotas trans e comunicação institucional: como a Universidade de Brasília comunica suas políticas de inclusão — Ana Beatriz Silva.
Diversidade performática nas organizações: entre o discurso institucional de inclusão e as práticas efetivas de comunicação organizacional — Rita de Cássia Amaro El Alam.
Sessão 5 — Direitos, cidadania e acesso à informação
Coordenação: Elisa Maria Curci Grec Huertas (Unip/Senac)
A (In)Visibilidade da Velhice Gay na Imprensa Governamental: Seleção Temática e Direitos Humanos no Portal gov.br — José Ardonio de Araujo Silva.
A crescente onda da cultura tradwife e sua influência no enfraquecimento da luta das mulheres por direitos: uma análise de conteúdo no TikTok — Melissa Ortale de Oliveira, Ana Luiza Cabral Cardozo e Geovana Garcia de Sousa Ferreira.
Comunicação, vulnerabilidade informacional e superendividamento: a proteção do consumidor como expressão da cidadania — Débora Pires da Silva.
Da relação Eu-Isso ao reconhecimento: comunicação e direitos humanos da população LGBTQIAPN+ — Gustavo de Lima Masoni, Rodrigo Jorge Salles e Sandra Regina Mota Ortiz.
Entre o woke e a esquerda: identitarismo, capitalismo e a crítica de Susan Neiman — Elisa Maria Curci Grec Huertas e Gabriele Gonçalo.
Entretenimento e direitos como critérios de noticiabilidade: um estudo sobre o Observatório G — Waleson Matheus Mourão de Abreu.
Protocolos de Linguagem Simples e Acessibilidade: cidadania comunicacional institucional do Tribunal Superior Eleitoral — Amanda Muniz da Silva, Evelyn Carolynne Pereira da Silva, Leticia Martha Freitas, VanessaLima Szerwinski e Thiago Araújo
Comunicação Comunitária: Fortalecimento da Participação Social e PoliticasPúblicas — Isabela Martins
Sessão 6 — Violências, discriminações e discursos de ódio
Coordenação: Cleymenne Cerqueira Barbosa (UnB)
“A carne mais barata do mercado é a carne negra”: discurso de ódio em plataformas digitais através de práticas da misogynoir — Aline Lisboa da Silva.
Cobertura jornalística e estigmatização da vítima: estudo dos casos Mariana Ferrer e Amber Heard — Camila Ferrreira da Silva e Liana Vidigal Rocha.
Domesticação de notícias internacionais no contexto regional: como o caso de racismo contra Vini Jr. foi noticiado em portais tocantinenses — Daniela Pires de Camargos Ferreira.
“Estão negando a natureza”: R.R. Soares e regularidades discursivas LGBTfóbicas no YouTube — Jose Mauricio de Santana Neto.
Ódio fabricado: A construção da Monstruosidade e o retorno da violência a partir de Frankenstein — Angelyne dos Santos Honostório e Amanda Berchez.
Racismo e comunicação no ambiente educacional: representações, silenciamentos e desafios para uma educação antirracista — Kátia Karolini Amaro El Alam, Laio Marques Silva, Rita de Cassia Amaro El Alam e Cristiane Andréa Campos de Santana .
Uma cartilha digital para comunicadores: por uma comunicação não LGBTfóbica — Ryan Evangelista Pereira, Juliana Lotif e Liliane Nascimento.
O Contrapoder Musical: A Subversão da Retórica Red Pill por NandaTsunami em”P.I.T.T.Y.” — Vitória Maria Fernandes de Macedo
Sessão 7 — Ativismos digitais, redes e disputas políticas
Coordenação: Larissa Valiate Leal de Almeida (UFLA)
Ativismo digital antirracista e anticapacitista: a atuação do movimento Vidas Negras com Deficiência Importam no Instagram — Isabella Castelo Branco Sousa, Erika Mendes, Maria Beatriz Negreiros, Maria Luísa Vaz, Thiago Araújo e Elen Cristina Geraldes.
Desejo sáfico e reação patriarcal em Carmilla de Sheridan Le Fanu — Raísa Pereira da Silva e Amanda Berchez.
Do plenário ao post: como o X se torna palanque para as pautas morais — Bruna Ferreira Rosa Lessa.
Mansplaining, gênero e relações de poder no jornalismo político: o caso Renata Vasconcellos — Isadora Rodrigues de Miranda Batista, Bianca Gomes Bonfim, Isadora Rodrigues de Miranda Batista, Maria Luiza Lopes e Flávia Silva.
Minorias Qualificadas e a crise na Autoridade Circunstancial: Uma análise do PL 5990/2025 e os limites da atuação de influenciadores digitais — Camilla De Araújo Ferreira e Tiago Melo Lemos.
Nova direita do Brasil e masculinidades — Angelo Francisco Fruet.
O Carnaval como acontecimento político-afetivo: uma análise do enredo “Quem Tem Medo de Xica Manicongo?”, do GRES Paraíso do Tuiuti — Rafael Vasconcelos Freitas Abreu de Moraes.
O protagonismo do Movimento indigena na Sociedade em Rede: sua luta política, cultural e comunicacional, antecedentes e desafíos atuais — Alejandra Aguilar Pinto.
Sessão 8 — Movimentos feministas, gênero e mobilização coletiva
Coordenação: Glaucia da Silva Moraes Mendes (UFLA)
“#CucaNÃO, não nos calaremos”: comunicação, conflitos e articulações de torcedoras do Athletico-PR em oposição a contratação do técnico Cuca — Jeniffer Thais Moreira e Wellington Teixeira Lisboa.
“As mulheres votam mal?” O discurso da incapacidade feminina como ferramenta de controle político na machosfera brasileira — Lucas Silva dos Santos, Luis Fernando de Oliveira, Pedro Henrique Silva de Brito, Gnandi Moustafa Yanwo.
Comunicar para transgredir: Educação e narrativa jornalística no nós, mulheres da periferia — Isabelly da Silva Farias Queiroz.
Entre a mobilização e a desinformação: as redes sociais na luta feminista contemporânea — Samira Vitória da Silva e Priscila Silva Dias Navarro Lima.
“O que é avosidade?”: Reflexões sobre gênero, idade e parentalidade em uma experiência extensionista — Gabriela Rodríguez Alonso, Giovanna Fonseca Silva Venceslau, Kaline Maria da Silva e Carolina Dantas de Figueiredo.
A centralidade da diversidade em Lélia Gonzalez: interseccionalidade e reconhecimento das experiências afro-americanas — Eber Rosalino Nunes
O processo de construção da beleza negra nas redes sociais feito por influencers que se tornaram marcas: Negra Rosa – Fernanda da Silva Ribeiro
Comunicação não discriminatória em repartições públicas: treinamento de servidores para atender pessoas trans, idosas e com deficiência – o discurso oficial bate com a prática? – Jamily Alves Pereira e Sara Nascimento
09 de outubro de 2026 — das 14h às 16h30
Sessão 9 — Inclusão, representação e diversidade
Coordenação: Gabriele Gonçalo (Univille)
A demanda por diversidade nas passarelas: como a preferência por padrões de beleza contribuiu para a decadência da Victoria’s Secret — Sophia Laís Sales Leite.
Ataques à mulheres em adaptações de videogames – uma análise dos anti-fãs da série The Last of Us (HBO) no Reddit — Lucas Valdomiro Lima da Silva.
Entre a visibilidade e o silêncio: representações do envelhecimento LGBTQIAPN+ na publicidade brasileira — Marcos Vinícius Da Silva Máximo.
Espaços interditos, corpos desnaturalizados: a exclusão de mulheres trans em espaços públicos e a falsa neutralidade do discurso midiático — Renata Xavier Rodrigues Brandão.
Juventudes, Gerações Y e Z: entre conceitos, vivências e representações — Gabriela Ferreira Vieira.
Muito além do meme: Patixa Teló, dissidência de gênero, deficiência e interseccionalidade na Amazônia urbana — Jhuan Leite Alves.
Representação de uma personagem com deficiência em Toda Luz que Não Podemos Ver — Eduardo Prates Macedo.
Reverse Selfie: Publicidade, padrões de beleza e representação da autoimagem nas redes sociais — Maria Eduarda Missau.
Sessão 10 — Mídia, cultura e identidades
Coordenação: Elisa Maria Curci Grec Huertas (Unip/Senac)
Como mulheres percebem sua representação na comunicação Gamer — Camilla Grazielly Rego de Sousa.
De ficar GAG: da receita ao “gag”: a aproximação de mulheres heterossexuais à cultura drag no DragBox — Marcia Luisa Bastilho Gonçalves.
Gênero, Identidades e Representações Midiáticas na Infância: as Princesas Disney como modelos culturais — Bárbara Mattarelli Carli Santos.
Invisibilidade dos filmes LGBTQIA+ dentro do audiovisual — Mariana Oliveira de Barros.
Marotos e a comunidade LGBTQIAPN+: onde chegou um fandom pautado em representatividade — Jennifer Katharine Campos da Silva.
Que Lésbicas Cabem no Feed?: representação, diversidade e visibilidade no TikTok — Maria Clara Martins de Paula.
Quem é a vítma?: Representações da violência contra a mulher no TikTok — Beatriz Bessa Rodrigues Bezerra.
Sessão 11 — Diversidade, marcas, publicidade e reputação
CCR Via Sul e Trensurb: como se expressa a diversidade nos Serviços Públicos? — Mariana Freitas Zanchin.
Diversidade como ativo reputacional: a governamentalidade ESG e a mercantilização da diferença na teledramaturgia da TV Globo — Jéssica Elaine Moreira Sampaio.
Publicidade e Diversidade Racial: os Limites da Representatividade Negra nas Campanhas Publicitárias — Ana Gabriela Moreira Maia.
Regimes comunicacionais de invisibilidade e interseccionalidade no trabalho doméstico racializado em Solitária — Jéssica Cristina.
Representatividade Negra na Publicidade: antes e depois da Salon Line — Ana Clara de Carvalho Gonçalves.
Revista Entrelaços: Tecendo Visibilidade — Bárbara Streit Mendonça.
Velha pra: o empoderamento feminino na estratégia de campanha de Natura Chronos — Cibele de Oliveira de Souza.
Sessão 12 — Gestão, comunicação pública e práticas de inclusão
Coordenação: Anelisa Maradei (Universidade Beira do Interior)
As concepções de diversidade, equidade e inclusão em projetos de extensão na Comunicação: primeiros achados a partir da análise temática — Vitória Karina Rodrigues Pereira.
Comunicação Pública e Igualdade de Gênero na Mobilidade Urbana: o papel estratégico dos processos comunicacionais — Anelisa Maradei.
Diálogo horizontalizado de reconhecimento no Videocast Diversidade na Tela: Um produto do Projeto de Extensão A Diversidade de Todos Nós — Vivianne Lindsay Cardoso.
Empreendedorismo de mulheres negras: Um olhar para além do setor econômico — Brenda Reis Santos.
Gestão Política e Autopromoção: um estudo de caso sobre a deputada de São Paulo Erika Hilton no Instagram — Wesley Moreno da Cruz Costa.
O potencial do cineclubismo como ferramenta de formação crítica: projeto de extensão RevoluCine — Stephany Alves Da Silva.
Quem aparece e quem fala: comunicação pública e interseccionalidade nas televisões universitárias do Centro-Oeste — Gabriel Martins de Oliveira.
Sessão 13 — Educação, saúde e proteção de grupos vulnerabilizados
A educação como meio de comunicação e representação antirracista na Educação Infantil da Rede Municipal de São Paulo — Manuela Marta Martins.
Comunicação para além do humano: relações semióticas e disputas de sentido no João de Tiba — Fernanda Martins.
Comunicação, discriminação e equidade em saúde: barreiras informacionais e desafios ao direito ao cuidado de grupos vulnerabilizados — Ana Carla do Espírito Santo.
Diversidade sexual e pluralidade socioambiental em roteiro de longa-metragem — Simão Farias Almeida.
Do convite ao confronto: uma análise dos vídeos inaugurais de Ana Elisa e Wilker Leão no Instagram — Stephanie Lopes Silva.
Palmas Capital da Fé: Estado da Arte das pesquisas na área — Natália Lemmertz.
Um olhar interseccional para o ensino de Relações públicas: reflexões e práticas docentes em prol da diversidade — Kalliandra Quevedo Conrad.
Sessão 14 — Migrações, repressão e direitos em contextos de conflito
(Res)Significar: O apagamento cartográfico palestino como instrumento político do Estado de Israel — Clara de Lima Silva Mascarenhas.
Afrorreligiosidades em pauta: reflexões antropológicas sobre comunicação de axé — Gabriel Sorrentino Dembicki.
Deficiência, migração e refúgio: perspectivas interseccionais na cobertura jornalística de venezuelanos com autismo — Amanda Ganzarolli.
O exílio afetivo e o processo de necropolítica n’As Aventuras de Ngunga, de Pepetela — Luís Ricardo Rodrigues Silva.
O macho impossível: performatividade, IA e a alteridade de si — Eduardo Bianchi.
Sessão 15 — Raça, povos, territórios e resistência
De mocinhas a protagonistas: a mudança da imagem das mulheres nas telenovelas da Globo — Nádia Moccelin.
Diversidade em Foco: discussões iniciais da presença LGBTQIA+ em capas de portais de moda brasileiros a partir de 2020 — Fernando Steinbrenner dos Reis.
Inclinar-se ao outro ou apenas enquadrá-lo? empatia e construção relacional da população LGBTQIAPN+ no jornalismo — Rafael Rodrigues Pereira.
Mapeamento Judicial de Aposentadorias de Pessoas Trans: Análise das Decisões Proferidas — Julia Duarte Cardoso.
O Eu que Flui: Análise do Self no Filme Deserto Particular — Mônica Estefânia Franco.
Seja subversiva, seja preta: Uma análise discursiva do rap feminino negro no Brasil — Ingrid Cândido de Araújo.
“Visibilidade”: quando lésbicas negras criam a própria imprensa — Paula Silveira-Barbosa.
Sessão 16 — Comunicação comunitária, cultura e participação
Coordenação: Cristiano Anunciação (Centro Universitário IESB)
A cobertura da Parada do Orgulho LGBT+ de Salvador no jornal A Tarde (2002-2019) — Cristiano Anunciação.
Emily Dickinson: A linguagem do afeto nas correspondências com Susan Gilbert — Maria Eduarda Aparecida Caputo.
Lesbozine: processo metodológico na produção coletiva de uma zine com mulheres lésbicas do Cariri cearense — Daniella Deisy Pereira da Silva.
Redpill/Manosphere e subjetividades masculinas: a Psicologia diante da circulação de discursos misóginos nas mídias digitais — Emanuel Chiamenti Pedroso.
Triplex: uma análise a partir do conceito da Escrevivência — Theodora Silva Silvino.
